Seis meses de Coleta Seletiva

Publicada em Quinta-Feira, 04 de Julho de 2024.

E chegamos aos seis meses de Coleta Seletiva de Resíduos em Alto Alegre, onde o seu início foi a partir do dia 08 de janeiro. Na ocasião foram organizados dias específicos para Coleta de Orgânicos e Coletas de Resíduos Secos, o que continua até o momento.
Lembrando que ficou estabelecido que nas segundas-feiras e sextas-feiras a coleta é específica para os "resíduos orgânicos" na cidade. E a coleta de "resíduos secos" é nas quintas-feiras na cidade e no interior.

Aceitabilidade e Adaptabilidade

Segundo Diana Corazza, Secretária do Meio Ambiente, a aceitabilidade nesse período por parte dos moradores está satisfatória e ainda em fase de adaptação. "Acredito que o pessoal esteja aceitando bem, esse novo modelo de coleta, devido a importância que a coleta seletiva tem, a comunidade entende. Vejo que temos alguns pontos ainda a melhorar, mas com o passar dos dias vai sendo ajustado da melhor forma", pontua.
Diana destaca a importância da coleta seletiva. "A coleta seletiva justamente contribui com a conservação do meio ambiente e o consumo sustentável, colaborando com redução dos impactos ambientais causados pelo exagero do consumo e o descarte incorreto de resíduos", evidencia.
Para Jenifer Pegoreti Rizzotto, Sócia-Proprietária da Novo Mundo, empresa que realiza as coletas em Alto Alegre, nesse período de seis meses já se pode perceber uma melhora na separação dos resíduos, mas ainda abaixo do esperado. "Precisamos continuar ainda trabalhando e conscientizando os munícipes. A implantação da coleta seletiva é um grande desafio e demanda com certeza um grande tempo, precisamos mudar a cultura das pessoas em relação ao descarte dos resíduos", declara ela.

Projeto Reciclar

Segundo Jenifer com o lançamento do Projeto Reciclar, onde foram confeccionadas lixeiras para a seleção dos resíduo nas escolas, a conscientização tornou-se mais efetiva. "O lançamento do Projeto Reciclar foi um sucesso! Ficamos encantados com a criatividade dos envolvidos no projeto. Com toda certeza esse tipo de trabalho ajuda na conscientização, uma vez que envolve um grande grupo de pessoas a ter contato direto com diferentes tipos de materiais. Sabemos que houve envolvimento não só das crianças, mas também dos pais, família, professores. Então, é claro que essa foi uma forma muito divertida das pessoas se envolverem na causa, onde precisaram separar diversos tipos de materiais reciclados e além disso usar a imaginação para desenvolver ideias como roupas, instrumentos, lixeiras, materiais de utilidade", destaca.

O que pode melhorar?

Para Diana pode haver uma melhora na questão da separação dos resíduos. "A melhora pode ocorrer principalmente a questão da correta separação do lixo, em sacolas separadas e colocar esse lixo nos dias certos, para que o mesmo não fique dentro das lixeiras. E pedir para a que comunidade que tenha paciência, porque para todos a coleta seletiva é algo novo, terá erros, terá dias que a empresa não vai conseguir coletar o lixo porque choveu, enfim, nunca sairá tudo perfeito. Por isso todos os dias estamos nos ajustando da melhor forma, para atender a todos", pontua.
Jenifer enfatiza o mesmo. "A população pode contribuir classificando melhor os resíduos, como por exemplo uma sacola para cada resíduo (lixo banheiro, lixo orgânico cozinha e resíduos recicláveis). Descartar vidros quebrados dentro de embalagens que não prejudicam a coleta. Descartar de acordo com a coleta seletiva no cronograma. Amarrar bem as sacolas pra evitar de cair no chão na hora de carregar no caminhão. E não descartar resíduos de construção civil, medicamentos e entulhos no mesmo local de descarte do resíduo domiciliar", salienta.

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